• 'Alice no País das Maravilhas' e cultura hippie? Saiba mais sobre essa mistura!
  • Autor:OVALEBrandStudio
  • 2019-11-22
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Uma das coisas mais fascinantes na história de Alice no País das Maravilhas, de Lewis Carrol, é que ela pode significar o que quiser. Trata-se de um texto livre para debate, uma história atemporal, com seus conflitos de tempo e espaço; uma obra cheia de simbolismos, que estimula a imaginação e questiona os princípios da lógica.

E é essa história, com livre adaptação de Guy D'avllis, que será apresentada neste sábado (23) e domingo (24) no teatro Colinas, em São José dos Campos. O espetáculo, que foi selecionado para o Festival de Curitiba, de 2018, em parceria com o Sesi - para "Cena Criança".

Adaptação.

Com elementos da cultura hippie dos anos 1960 e 1970 e da cultura pop, a montagem transporta o público para uma deliciosa descoberta e questionamentos de sua função no mundo atual. Onde queremos chegar?

O clássico com pouco mais de 150 anos e várias releituras, parte de um sonho. A curiosa menina Alice segue um coelho com colete e relógio mergulhando sem pensar em sua toca, sendo projetada para um novo mundo.

No país das Maravilhas, ela se transforma e é confrontada com o absurdo, numa metáfora do subconsciente de sua busca e de suas vontades incontroláveis, questionando tudo o que aprendeu. Como é difícil o processo de crescimento, não é mesmo?

Nesse mundo de sonhos, Alice encontra seres fantásticos como a Lagarta, o Chapeleiro Maluco e a temida Rainha. "Alice no País das Maravilhas" é uma viagem de ida e volta, mas como diz o personagem principal, você vai sentir saudades quando acordar.

Serviços.

A peça será exibida às 16h. Tem 60 minutos de duração e classificação livre. Os ingressos custam R$ 50 (inteira). O teatro Colinas fica na av. São João, 2.200. Membros do Clube+ OVALE têm desconto de 50% na compra de até dois ingressos.